Os tradicionais orelhões começam a ser retirados das ruas de todo o Brasil a partir de janeiro de 2026. A medida ocorre após o fim das concessões do serviço de telefonia fixa e é coordenada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Segundo a agência, cerca de 38 mil telefones públicos ainda existem no país. Em Campos dos Goytacazes são sete aparelhos; São Francisco de Itabapoana tem seis; em Macaé, três; em São João da Barra e em São Fidélis há apenas um orelhão em funcionamento. Os endereços não foram divulgados pela Anatel.

Com o encerramento dos contratos, operadoras como Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefônica deixam de ter a obrigação legal de manter os orelhões. Como contrapartida, a Anatel determinou que os recursos sejam redirecionados para investimentos em banda larga e telefonia móvel.
Criados em 1971, os orelhões marcaram gerações e se tornaram um dos principais símbolos da comunicação no Brasil, mas perderam espaço com a popularização dos celulares.