Vereadores repudiam invasão de terras em Sapucaia

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Produtores rurais da Fazenda Santa Luzia, em Sapucaia, contestam a alegação de improdutividade utilizada por integrantes do Movimento Sem-Terra (MST) para invadir a propriedade. O subarrendatário da usina Coagro, Ivanilson dos Santos Vieira, de 68 anos, afirma que cultiva cana-de-açúcar e cria gado de corte e leite no local desde 2013. Os 25 vereadores da Câmara Municipal de Campos assinaram um manifesto de repúdio à ocupação.

“Todos os anos, eu e outros três produtores trabalhamos na terra sem interrupções. Não há justificativa para essa invasão. A Justiça precisa agir”, declarou Ivanilson, que teme prejuízos com a ocupação iniciada na manhã desta segunda-feira. “Temo pelo gado, pelo plantio de cana em andamento e pelo impacto na safra de 2025. Trabalhamos duro e não podemos nos calar”, acrescentou. Segundo ele, a área conta com três açudes e reflorestamento.

Diante da situação, os 25 vereadores da Câmara Municipal de Campos assinaram um manifesto de repúdio à ocupação, ressaltando que a ação é ilegal e não pode ser tolerada. O documento destaca a importância da Coagro para a economia local e alerta para os prejuízos aos pequenos produtores e trabalhadores que dependem da produção agrícola.

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“A ocupação dessas terras produtivas ameaça a segurança dos trabalhadores, compromete a geração de empregos e afeta a economia local. Defendemos o respeito à propriedade privada e às leis”, diz o texto assinado pelos vereadores Fred Rangel, Fábio Ribeiro, Marquinho Bacellar, Juninho Virgílio, Thamires Rangel, Marquinho do Transporte, Rogério Matoso, Kassiano Tavares, Bruno Pezão, Marcos Elias, Dudu Azevedo, Maicon Cruz, Anderson de Matos, Leon Gomes, Cabo Alonsimar, Diego Dias, Nildo Cardoso, Abdu Neme, Paulo Cothé, Silvinho Martins, Dandinho de Rio Preto, Marcione da Farmácia, Néa Terra, Ciro Rocha e Vinícius Madureira.

Os parlamentares pedem a reintegração das áreas ocupadas e reafirmam a confiança na Justiça para garantir a continuidade das atividades produtivas.

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